TERAPIA EM GRUPO UMA REALIDADE NO “MÃES ANÔNIMAS”

Mães Anônimas

Autores

  • Alessandra Moreira e Silva Cristale
  • Cristiane Garin Krause CRISTALE

Palavras-chave:

Autocuidado; terapia; grupo terapêutico, empatia; esgotamento.

Resumo

Os grupos terapêuticos representam possibilidade concreta, possível e acessível de autocuidado, principalmente quando vivemos em uma sociedade que teve tantos avanços significativos, entre eles, a tecnologia. Percebemos hoje que vivemos em uma sociedade adoecida, com pessoas à beira do esgotamento emocional. Ao proporcionar um espaço de cuidado, escuta, compaixão e empatia, a terapia em grupo ajuda a desenvolver e fortalecer habilidades humanas essenciais. Através de temáticas relevantes e dinâmicas envolventes, os participantes encontram o suporte necessário para seguir em suas jornadas, equilibrando suas responsabilidades com o autocuidado. O grupo Mães Anônimas foi criado para oferecer suporte emocional e psicológico a indivíduos sobrecarregados, seja no meio familiar, profissional ou social, especialmente aqueles que desempenham papel de cuidadores e provedores. Em um contexto marcado pela crescente automação e tecnologia, a iniciativa se destaca como um refúgio para aqueles que, apesar da frenética modernidade, enfrentam desafios significativos em algumas ou todas as áreas de suas vidas. Os resultados obtidos destacam a profundidade das interações e o impacto positivo no bem-estar dos participantes. A experiência do grupo ilustra como a verdadeira tecnologia é a humana e como o desenvolvimento de habilidades como empatia e compaixão é crucial para enfrentar os desafios contemporâneos. Mães Anônimas prova que, embora estejamos imersos à transição entre o fazer humano e robótico, o suporte emocional e a conexão humana seguem fundamentais para o bem-estar individual e coletivo.

Palavras-chave:

Autocuidado; terapia; grupo terapêutico, empatia; esgotamento.

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Biografia do Autor

Cristiane Garin Krause, CRISTALE

Os grupos terapêuticos representam possibilidade concreta, possível e acessível de autocuidado, principalmente quando vivemos em uma sociedade que teve tantos avanços significativos, entre eles, a tecnologia. Percebemos hoje que vivemos em uma sociedade adoecida, com pessoas à beira do esgotamento emocional. Ao proporcionar um espaço de cuidado, escuta, compaixão e empatia, a terapia em grupo ajuda a desenvolver e fortalecer habilidades humanas essenciais. Através de temáticas relevantes e dinâmicas envolventes, os participantes encontram o suporte necessário para seguir em suas jornadas, equilibrando suas responsabilidades com o autocuidado. O grupo Mães Anônimas foi criado para oferecer suporte emocional e psicológico a indivíduos sobrecarregados, seja no meio familiar, profissional ou social, especialmente aqueles que desempenham papel de cuidadores e provedores. Em um contexto marcado pela crescente automação e tecnologia, a iniciativa se destaca como um refúgio para aqueles que, apesar da frenética modernidade, enfrentam desafios significativos em algumas ou todas as áreas de suas vidas. Os resultados obtidos destacam a profundidade das interações e o impacto positivo no bem-estar dos participantes. A experiência do grupo ilustra como a verdadeira tecnologia é a humana e como o desenvolvimento de habilidades como empatia e compaixão é crucial para enfrentar os desafios contemporâneos. Mães Anônimas prova que, embora estejamos imersos à transição entre o fazer humano e robótico, o suporte emocional e a conexão humana seguem fundamentais para o bem-estar individual e coletivo.

Palavras-chave:

Autocuidado; terapia; grupo terapêutico, empatia; esgotamento

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Publicado

2025-01-27