Novas práticas pedagógicas para a sociedade futura
Resumo
Este artigo compartilha um relato de experiência da aplicação de jogos didáticos em sala de aula. A iniciativa deve-se aos pequenos incômodos e dificuldades vivenciadas no dia a dia da sala de aula, os quais demonstram uma necessidade de realizar uma pedagogia contemporânea, ou seja, de desenvolver “novas” metodologias pedagógicas que estejam mais próximas ao contexto social, cultural e econômico do século XXI e que sejam capazes de despertar em nossos jovens a vontade e a responsabilidade de formar-se um cidadão crítico, reflexivo e consciente de seus deveres com a sociedade. A experiência resumiu-se na criação e aplicação de jogos didáticos pelos alunos, servindo como forma de avaliação parcial, na disciplina de Anatomia e Fisiologia, no primeiro semestre do curso de graduação em Psicologia de uma instituição de ensino superior do município de Santa Maria. Como resultados obtivemos um processo de aprendizagem que pôde ser acompanhado pelo professor, passo a passo, desenvolvendo além do estudo do conteúdo de forma bem significativa, habilidades e competências intelectuais e sociais. O uso dos jogos didáticos em sala de aula mostrou-se como uma ferramenta metodológica de fácil aplicação, capaz de facilitar a apropriação do conhecimento, desenvolver a criatividade, a competição saudável, as relações interpessoais e a superação das dificuldades. Portanto, concluiu-se que uma vez o aluno sendo desafiado ele pode ser o centro do processo de ensino e aprendizagem, sendo o protagonista da sua formação.
Downloads
Referências
ALMEIDA, P. N.: Dinâmica Lúdica: Técnicas e Jogos Pedagógicos. 3.ed. São Paulo. (1981)
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ONTOPSICOLOGIA. Cultura & Educação: uma nova pedagogia para a sociedade futura - Recanto Maestro: São João do Polêsine, RS: Ontopsicológica Editora Universitária, 2015.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9.394/96. Brasília, DF, 1996.
CUNHA, M. B.: Jogos no Ensino de Química, Química Nova na escola. Vol. 34, N° 2, p. 92-98, maio, 2012.
FRIGOTTO, G. Trabalho como princípio educativo: por uma superação das ambiguidades. Boletim Técnico do Senac, 11(3): 1-14, set.-dez., 1985.
KISHIMOTO, T.M. O jogo e a educação infantil. In: (Org.). Jogo, brinquedo, brincadeira e educação. São Paulo: Cortez, 1996.
KUHLMANN JR., M. e MAGALHÃES, M.G.S. A infância nos almanaques: nacionalismo, saúde e educação (1920-1940). Educação em Revista, v. 26, n. 1, p. 327-350, 2010.
MENEGHETTI, A. Aprendiz Líder. São Paulo: FOIL, 2011.
MENEGHETTI, A. Pedagogia Ontopsicológica. 3.ed. Recanto Maestro: Ontopsicológica Editora Universitária, 2014.
PEREIRA, F.R.S.; SANTOS, L.P.; AMORIM, K.S. e PACHECO, L.M.B. O tema jogo infantil no periódico Proposições. Psicologia Escolar e Educacional, v. 13, n. 1, p. 107-111, 2009.
SANTOS, R. P. dos. A potência do telefone móvel, sob o viés ontológico, ontopsicológico e socila (da pessoa e da sociedade). In: Pedagogia Contemporânea: responsabilidade e formação do jovem para a sociedade do futuro / Fundação Antonio Meneghetti – Recanto Maestro: São João do Polêsine, RS: Fundação Antonio Meneghetti, 2017.
SOARES, M.H.F.B. Jogos para o ensino de química: teoria, métodos e aplicações. Guarapari: Ex Libris, 2008 a.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Autores que submetem trabalhos a esta conferência aceitam os seguintes termos:
a) Autores retêm os direitos de autoria do trabalho, enquanto permitem à conferência disponibilizar o trabalho não publicado sob uma licença Creative Commons Attribution License, que permite o livre acesso, uso e divulgação/compartilhamento do trabalho, com indicação de autoria e sua apresentação inicial nesta conferência.
b) Autores são autorizados a abrir mão dos termos da licença Creative Commons e assumir outros arranjos contratuais separados para a distribuição não-exclusiva e subseqüênte publicação do trabalho (ex.: publicar uma versão revista numa conferência, armazenar em repositório institucional, ou publicar como capítulo de um livro), com indicação de sua apresentação inicial nesta conferência.
c) Autores são estimulados a publicar e distribuir o seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes e após a conferência.