A formação (integral) do jurista: os paradigmas existem para serem defendidos ou desafiados?
Resumo
O presente ensaio reflete sobre a formação do jurista, admitindo haver uma crise no ensino jurídico, decorrente da reprodução de modelos de pensamento dos séculos anteriores, provocando um profundo hiato entre o ensino e a prática jurídica, fruto do senso comum teórico do jurista, que obstaculiza o protagonismo responsável e suas dimensões. Sem apresentar resultados absolutos ou inquestionáveis, a reflexão - que é muito mais um convite à reflexão - pretende abrir espaço para que se possa pensar (quiça aplicar) uma formação integral do jurista, nos moldes propostos pela ontopsicologia, culminando com juristas protagonistas e responsáveis por sua formação.
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Referências
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